E o rolo dos terrenos públicos que viraram particulares, continua

[tweetmeme source=”romulomafra” only_single=false]notinhas de hoje no Diário do Litoral, do colunista JC. essa história, pelo andamento, vai dar o que falar ainda…:

(…)
Lá vem o trem… – 
Rende o pedincho do Tribunal de Contas sobre o terreno que foi da rede Ferroviária Federal, desapropriado pela prefa no tempo do alemão Arnaldo pra iniciativa privada não comprar. Colocar que só podia plantar grama. Uma pá de engenheiros, arquitetos, entre outros técnicos, chegou a ir pra Porto Alegre.

Vagão tombado – Estes profissionais deitaram o cabelo pra bizolhar o parque da Redenção e parque Marinha do Brasil, pra implantar um aqui. Na verdade, a desapropriação teve o intuito de impedir a venda do terreno, que tinha vários interessados, entre eles o Dalçoquio e a rede Vitória de supermercados.

Trilhos em crise – A prefa correu atrás da rede Ferroviária, que concordou em vender em 60 prestações. O valor da primeira prestação foi equivalente a um impiçado trator agrícola. Com a economia em bunda, à época, a deflação bateu em cima e a 28ª prestação desabou para o valor de um maço de cigarros da marca Carlton.

Caldeira fervendo – O valor era tão insignificante que o falecido banco Bamerindus não queria receber. Custava mais caro pra instituição bancária remeter a grana que o depósito efetuado. Com isso, foram pagas todas as prestações pendentes de uma só vez. Que história, hein? Tem cada capítulo…
(…)

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