Itajaí não decretou Estado de Calamidade Pública?

[tweetmeme source=”romulomafra” only_single=false]essa história é verdade? me falaram hoje, aliás, já tinham comentado por cima, mas, não acreditei… porém, mais uma pessoa falando e agora lembrando que o vereador Níkolas Reis (PT) reclamou na sessão da Câmara de Vereadores que Itajaí ainda não apresentara NENHUM projeto para requerer dinheiro do governo do estado pela enchente da semana passada, fico imaginando se isso não tem um fundo de verdade.

alguém pode me dizer se foi decretado estado de calamidade pública em Itajaí durante a enchente?

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Uma resposta to “Itajaí não decretou Estado de Calamidade Pública?”

  1. CriCri Says:

    Não foi decretado Estado de Calamidade porque pra isso existe normais especificas da Defesa Civil do Estado! E Itajaí não teve a mesma porcentagem de áreas alagadas como em 2008, que na época sim foi decretado estado de calamidade pública. Quem autoriza o estado de calamidade pública é a Defesa Civil do Estado, o prefeito apenas faz a solicitação, mesmo assim com as devidas comprovações. O que não foi o caso dessa vez.

    “Como saber se é uma situação de emergência ou estado de calamidade pública?

    Para a caracterização da Situação de Emergência ou de Estado de Calamidade Pública, faz-se necessário analisar os fatores preponderantes e os fatores agravantes.

    Os critérios preponderantes estão relacionados com a intensidade dos danos (humanos, materiais e ambientais) e a ponderação dos prejuízos (sociais e econômicos). Para esta análise, não servem os critérios absolutos, baseados na visão subjetiva da pessoa. Não servem os modelos matemáticos, pois a realidade é extremamente complexa, com inúmeras variáveis relacionadas com o fenômeno e com o cenário e a vulnerabilidade das pessoas e instalações expostas, que interferem no impacto do desastre.

    Nessa avaliação, buscam-se critérios relativos, que levam em conta o impacto sob a ótica da coletividade. É mais importante que pessoal, além de ser mais precisa, útil e racional. Pois do ponto de vista da pessoa atingida, todo desastre tem a mesma importância, avaliação que não deve ser considerada para classificá-lo.

    Há que se fazer a análise das necessidades relacionadas com todos os recursos: humanos, materiais, institucionais e financeiros, comparando com a análise das disponibilidades relacionadas com esses mesmos recursos.

    Recomenda-se a análise de uma equipe técnica especializada. ”

    http://www.defesacivil.sc.gov.br/index.php?option=com_content&task=view&id=196&Itemid=251

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