E disse o colunista comi$$ionado que não deveria se politizar a greve

[tweetmeme source=”romulomafra” only_single=false]ou seja, não se pode politizar pro lado da oposição, o que não pode é aparecer o nome de Volnei Morastoni, Décio Lima etc.
do santo prefeito Trocadeiro, ah, esse pode. e deve aparecer como o salvador de todos.
pena que ninguém vai acreditar em mais essa mentira do reino da galinha morta.

da página do OGMO:

Conferentes e APM Terminals entram em consenso e Porto de Itajaí volta a operar na segunda-feira.

Acordo entre os trabalhadores portuários avulsos da categoria de conferentes finaliza greve no Porto de Itajaí. O acordo foi selado na manhã deste sábado, em assembléia da categoria, e a decisão divulgada por volta das 14 horas. “O término desse impasse fará com que o Porto de Itajaí, que hoje é o principal pilar de nossa economia, retome suas atividades já na segunda-feira e que o município de Itajaí e região retomem seu processo de desenvolvimento”, disse o prefeito Jandir Bellini ao ser comunicado do resultado da assembléia, que teve 40 votos a favor do acordo proposto e nove votos a favor da continuidade da paralisação. As negociações entre as partes foram mediadas pela Autoridade Portuária, com a ação direta de Bellini.
(…) 

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4 Respostas to “E disse o colunista comi$$ionado que não deveria se politizar a greve”

  1. Jean Sestrem Says:

    Esses dois ss’s estilizados querem dizer o dois salários kkkkk

  2. Alexandre G da Rocha (@lotsemann) Says:

    Toda greve tem componente político, no sentido de que ela procura atuar sobre relações de poder entre as partes envolvidas. Não vejo nada de mais nisto, a princípio.
    O busílis da coisa atende pelo nome de “oportunismo”, que pode ser tanto de ordem pessoal quanto partidária. Aí pipoca a mesquinharia de que a nota do Porto deu testemunho.
    É uma pena que haja tantos operadores da política cujo horizonte de eventos não passa da eleição que aguarda logo ali.

    • Rômulo Mafra Says:

      E o “oportunismo” do colunista “oficial” da prefeitura falar que a oposição quis aparecer (enquanto a prefeitura não tomava nenhuma atitude — um problema sério para vice Dalva, que era a prefeita enquanto Jandir viajava pela Europa), enquanto citar o prefeito como um dos principais articuladores do fim da greve, esquecendo de quem participou desde o começo? (pois desde o começo as manifestações públicas de comissionados e do próprio colunista “oficial” foram neste sentido. Aí temos de ficar quieto.)
      Ou ser “imparcial” como tu e dizer que “ah, as greves não ‘deveriam’ ser políticas” quando elas são sim, e com componentes políticos-partidários inclusive, principalmente quando saem de uma categoria que tem ligação com o poder público municipal?
      Não há escapatória. Sempre foram e sempre serão políticas-partidárias. Nesse caso, por exemplo, houve inclusive a união das duas forças partidárias opostas na tentativa de resoluções.
      Nada anormal na política mundial, até aí.
      E não esqueça que a neutralidade é uma qualidade boa… de detergente. 😉

  3. Alexandre da Rocha Says:

    Rômulo, estou de acordo, de forma geral, com a primeira parte de sua réplica.

    Quanto à segunda parte, tenho algumas observações.

    Não sou nem poderia ser imparcial. Imparcialidade exige, a meu ver, visão completa da situação, e isto eu não tenho. Além do mais, há um modelo mental que eu chamo de “realidade” pelo qual me oriento — e este modelo é imperfeito, mas não neutro.

    Por falar em neutralidade, não creio que um “neutro” usasse o termo “mesquinharia” para descrever a nota do porto, como fiz acima, ou tachasse de “miserável” o erro que a assessoria de imprensa do Porto cometeu ao anunciar desastrada e falsamente que a greve havia sido considerada abusiva.

    Greve é política, repito. Não disse outra coisa. Afirmar o contrário seria, para mim, desonestidade intelectual. A partidarização é outra coisa. Ela poderia ser, na situação dada, um obstáculo à cooperação sem a qual não haveria, segundo minha impressão, como persuadir as partes.

    Para haver trabalho em conjunto com segurança, é preciso deixar diferenças de lado, e partidarizar não parece contribuir muito para tal. Houve evidência suficiente deste desserviço durante a greve, como a nota da Autoridade Portuária que você verberou em seu post, acima.

    Por fim, penso que talvez fosse o caso de se perguntar à gordura e à sujeira o que elas acham da “neutralidade” do detergente.

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