“A desigualdade justificada”

do blog Itajaí na Rede (clique para ler na íntegra):

Quando cursei a faculdade de Filosofia, me encantei com a seguinte frase de Marx: “Até agora os filósofos ficam preocupados na interpretação do mundo de várias maneiras. O que importa é transformá-lo.” Quase todos os pensadores que estudei eram críticos e de alguma forma contrapunham o status quo da sociedade vigente. Mas um em especial me chamava a atenção: Georg Wilhelm Friedrich Hegel, ou simplesmente, Hegel.

Hegel era um filósofo alemão que justificava a presença do Estado, onde o Estado seria o último ponto da consciência do ser humano, quase como que uma sacralização do Estado. Por isso, quando Hegel, moribundo, viu a figura de Napoleão, se extasiou como a encarnação perfeita. Ou seja, justificação da ditadura.

No nosso país, tivemos muitos Hegel’s, que justificaram ideologicamente as ditaduras e principalmente o grande problema que é a desigualdade social. Esses ditos “intelectuais” na verdade são meros “intelectuais de gabinete”, pagos pelos governos para pensar e justificar as ações desiguais, repressoras e coercitivas que muitos “estadistas” fazem na sociedade. É uma forma de comprovar racionalmente o mal na sociedade.

Não precisamos ir muito longe para comprovar essa lógica de pensamento que exponho. O dito grande historiador vivo da cidade de Itajaí é hoje o secretário de Educação: pensa COM o governo. Outro, professor conceituado, com formação em pedagogia e colunista político, tem cargo na assessoria de comunicação do porto: pensa COM o governo.

(…) 

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