Arnaldo Francisco para presidente do PT de Itajaí!

pra quem ainda não sabe, no domingo, durante o PED que se realizará no Partido dos Trabalhadores em Itajaí (e em todo Brasil, pois é uma eleição para os diretórios federal, estaduais e municipais), estou apoiando a candidatura do companheiro ARNALDO FRANCISCO para presidente do nosso diretório municipal. conheci o Arnaldo quando ele era secretário no governo do PT (2005-2008) e, desde então, apesar de, de vez em quando divergirmos em nossas linhas políticas, mantemos uma amizade e, principalmente, agora, por esta linha política de seriedade que o companheiro Arnaldo sempre manteve em sua vida política, darei meu voto a ele (e faço parte do diretório que está concorrendo), além de que, Arnaldo está sendo apoiado por praticamente todas as tendências partidárias dentro do PT, inclusive, a tendência do qual participo internamente (CNB).

abaixo, a carta do candidato Arnaldo a todos os petistas (mais abaixo, a íntegra do texto que está no panfleto de divulgação da chapa UNIDADE E SOCIALISMO), e, neste domingo, companheiros, vamos às urnas!

arnaldo francisco pt itajaiCompanheiras e Companheiros petistas,
Estamos chegando à reta final do Processo de Eleição Interna do PT, PED/2013. Na eleição deste domingo serão escolhidas as pessoas que irão dirigir o partido a nível municipal, estadual e nacional. Por esse motivo, a nossa responsabilidade é muito grande.

Pertencermos a uma das maiores organizações políticas do mundo, que é o “PARTIDO DOS TRABALHADORES”. Desde sua fundação vem transformando a vida do povo brasileiro para melhor. Resgatando a dignidade humana, a liberdade, a igualdade social, principalmente para a classe trabalhadora.

Precisamos dar continuidade ao projeto nacional, construir um novo projeto para Santa Catarina e para nossa cidade, onde a participação da classe trabalhadora em todo esse processo é fundamental.

arnaldo-pag-(1)Para que isso aconteça, é muito importante resgatarmos a motivação de todos os nossos filiados e lutarmos juntos contra o domínio partidário por interesses de grupos que visam apenas seus interesses, projetos pessoais e não coletivos. É imprescindível que o partido continue nas mãos da classe trabalhadora, sem dono, sem chefe, sem patrão. O que deverá prevalecer é a democracia, dando liberdade à participação de todo trabalhador e trabalhadora de nossa cidade, estado e país. Respeitando todas as diferenças de pensamentos e em conjunto construirmos um mundo melhor.

arnaldo-pag-(2)As eleições acontecerão neste domingo, dia 10/11/2013, das 9:00 às 17:00 horas, na sede do Partido dos Trabalhadores de Itajaí, rua Eliziário Pereira, nº 196 – ao lado da empresa COREMA, Barra do Rio.

Aproveito a oportunidade para pedir seu voto de confiança para a composição do Diretório Municipal do próximo mandato para:

PRESIDENTE: 579 – Arnaldo Francisco da Silva

CHAPA: 678 – Unidade e Socialismo.

Muito obrigado pela atenção de todos os companheiros e companheiras.

Um grande abraço e até domingo.

xxx

arnaldo francisco PTUm partido com projeto coletivo

O Partido dos Trabalhadores chega ao sua terceira década acumulando valiosas experiências de governo e organização social no Brasil e em Itajaí, constituindo-se hoje em um verdadeiro patrimônio do povo brasileiro e de sua história. Temos o compromisso primeiro de reeleger Dilma Rousseff e avançarmos na construção de uma alternativa democrática e popular no governo de Santa Catarina. Em nossa cidade o PT tem o desafio de se reorganizar e construir as condições capazes de retomar o poder ou parte dele, aprofundando em Itajaí nosso projeto de nação. Para isso é necessário estar organizado interna e externamente, de maneira que as eleições do ano que vem sejam vitoriosas para nosso partido e que se transformem em um propulsor para o êxito nas eleições municipais, com a retomada do poder executivo e a ampliação de nossa bancada na Câmara. O PT de Itajaí precisa pensar seu projeto político de maneira coletiva, onde todos participam e são agentes da transformação, e se afastar de projetos pessoais, onde a trajetória individual está acima da partidária. Precisamos aprender com Lula e Dilma a acreditar na força da renovação e na capacidade que o PT tem de apresentar alternativas às candidaturas de sempre, não eternizando seus quadros no poder, mas sim seu projeto coletivo de poder.

Organização Interna

Em todo o Brasil a estrutura dos diretórios municipais sofre com a falta de organização partidária, muitas vezes oriunda do pouco compromisso do conjunto dos filiados com o projeto coletivo dos trabalhadores e com a constituição do partido como ferramenta primordial para as transformações sociais. Como produto desta falta de organização estão a pouca visibilidade do partido em suas lutas, a desconexão da agenda partidária com a agenda popular e o distanciamento de nossas principais lideranças de nossa base histórica. Para enfrentar estes desafios o PT de Itajaí precisa de uma política financeira sólida, com austeridade nos gastos e estratégias para captação de recursos de maneira continuada, através da organização de eventos partidários que permitam não só o congraçamento e a reunião de nossos filiados, mas também gerem recursos que ajudem a manter o partido e suas lutas. A relação entre os cargos detentores de mandato, os filiados e a direção partidária deve ser respeitosa, pautada na fraternidade e construída sobre uma atuação clara, transparente e honesta diante de nossos desafios em comum. Os dirigentes eleitos neste PED, bem como nossos parlamentares, precisam estar comprometidos com a participação e a cogestão da administração partidária em todas as suas etapas. Os setoriais devem ser de fato instituídos e incentivados como forma de permitir que grandes temas sejam abordados de forma permanente no seio partidário. O PT precisa voltar a ter uma política de comunicação efetiva, atualizando seus cadastros e fazendo com que a informação chegue aos filiados de maneira regular. Além disso o partido deve organizar um calendário anual de lutas e de eventos festivos, lembrando sempre que “enquanto se samba se luta também”. Nosso horizonte é sempre garantir que o PT seja um instrumento de organização e transformação social, mas antes de tudo, que seja uma experiência que traga alegria e realização aos filiados, e não um lugar de desentendimentos e conflitos. A sociedade livre e justa que queremos é uma sociedade de paz e felicidade e o partido e suas lideranças devem ser o modelo-semente deste projeto.

Organização Externa

Uma vez organizado internamente, o partido deve buscar na relação com a sociedade um diálogo que possibilite uma maior interação e reconhecimento. A manifestações de junho mostraram, em parte, que há um descrédito crescente com os partidos e os políticos, oriundo justamente do nosso distanciamento de diversas parcelas da sociedade e de suas urgências. Se por um lado devemos combater forças reacionárias que tentam pegar carona nesse movimento para desestabilizar nosso governo, por outro lado devemos saber identificar, com humildade e respeito, os elementos progressistas que se organizam e apresentam uma pauta justa, alinhando nossas bandeiras e trazendo esses segmentos para nosso lado. Para isso o PT precisa investir na formação de novos quadros, com uma política ousada de filiações de lideranças sindicais e comunitárias que permita revigorar nossos compromissos históricos e também acrescer ao nosso projeto novas bandeiras. Os novos direitos como a defesa da causa animal, a liberdade e o acesso democrático às novas mídias, entre outros, devem ser incorporados em nosso programa, de forma que estes setores progressistas reconheçam no PT o verdadeiro espaço para organizar e encaminhar estas políticas. O partido deve retomar de maneira organizada a sua atuação em sindicatos, associações de moradores e movimentos sociais, trazendo a agenda desses organismos sociais para dentro do partido. A greve dos servidores municipais foi um exemplo de como a atividade partidária não deve acabar em si mesmo, mas sim ser estendida para as lutas dos trabalhadores fora dos muros do partido. O PT precisa sair dos gabinetes e de sua sede e ir para o meio do povo porque é lá que se organiza a sociedade e que as transformações acontecem. Cabe à nova direção partidária apenas organizar as condições para que isso aconteça.

“Quero ser presidente porque acredito em um PT dos filiados, sem donos.
Um PT enraizado no povo e não nos gabinetes.
Um PT dos velhos tempos, mas que saiba dialogar e incorporar as novas lutas e desafios de nosso tempo.
Quero ser um companheiro na presidência do PT.
Com humildade, diálogo e respeito por todos petistas, sem distinção.
Um PT onde nosso projeto coletivo para a cidade será sempre maior e mais importante que projetos pessoais.
Um PT de petistas de verdade.
Um PT com história e com futuro.”

Arnaldo Francisco da Silva

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