Filho do presidente da Câmara de Vereadores é o responsável pela mega-feira que acontece durante Regata

e, se entendi direito o empenho que aparece na página da transparência da prefeitura de Itajaí, COM INEXIGIBILIDADE DE LICITAÇÃO, ou seja, NUM ESPAÇO PÚBLICO, escolheram o filho do presidente da Câmara pra tal serviço. resta saber como ele conseguiu esta façanha, lembrando que o mesmo também tocou a feira que aconteceu durante a Volvo Ocean Race, mas, será que foi por licitação, por escolha pessoal (pessoal de quem?), foi um grupo — de fora da prefeitura — que escolheu alguém que seria o responsável por uma baita feira de negócios desta? quem autoriza este tipo de coisa? não é a prefeitura? perguntas que realmente gostaria de saber.

gern feira negociosum rápido adendo pra quem não quiser pesquisar o que é inexigibilidade de licitação, é o modo que acontece quando inviabilidade de competição no que vai ser adquirido. ou seja, a prefeitura de Itajaí acha que os serviços do filho do Osvaldo Gern são incompetíveis, ou seja, não há ninguém no mercado que ofereça este tipo de serviço, só ele. que coisa, não? e mais, tem de provar porque ele é tão imprescindível assim (através de “papel próprio, timbrado, pelo Sindicato, Federação ou Confederação Patronal, ou por entidades equivalentes como Associações ou Entidades que controlam ou fiscalizam as atividades das empresas, devidamente autenticado e com prazo de validade em vigor.”).
Jean Gern, o nome do filho do presidente da Câmara, entrou nessa através do estranho “SEMINÁRIOS E ENCONTROS REGIONAIS DE QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL”. a saber se esta inexigibilidade de licitação é a mesma coisa que ele está fazendo ao tocar a feira. nesta daí, a prefeitura de Itajaí está pagando à empresa dele, a Pathros Eventos (no Diarinho diz outro nome, JG Eventos), R$ 15.600,00. pra terminar, a lei 8.666, que preconiza sobre esta inexigibilidade de licitação, diz que isto não serve para divulgação ou publicidade.

voltando, na semana passada fiz uma enquete no Facebook sobre o assunto, mas, claro, de outro modo, e perguntei o que achariam se o filho do presidente da Câmara dos Deputados fosse o manda-chuva numa mega-feira realizada dentro da Vila Olímpica durante as próximas Olimpíadas, no Rio de Janeiro?

obviamente, quase por unanimidade, todas as respostas foram no sentido de que haveria alguma coisa de errada na história, provavelmente nepotismo, ou, a básica corrupção.

e agora eu pergunto, todo mundo sabe quem é o cara que toca a tal regata, e sabe que é filho do presidente da Câmara de Vereadores de Itajaí (inclusive, a notícia está na mídia local, que, como o resto da mídia, mais uma vez, faz cara de paisagem – ou, é claro, talvez saibam que tudo é feito dentro da legalidade, né?), e por que isso não é colocado às claras (inclusive, na matéria diz que a empresa do filho do presidente do Legislativo itajaiense “foi contratada”)? Por que nenhum comentarista político comenta o fato, nem que seja pra dizer como o cara ganhou, que tá tudo certinho etc?

marejada adesivo itajaiQuanto custou?
além desse fato obscuro (mais uma vez) durante a regata francesa que está ocorrendo na cidade, seria interessante saber quanto custou aquela envelopamento da frente do Centro de Eventos, não (envelopamento é a colocação de adesivos em toda uma área)?
sabe-se que aquilo é muito, muito, muito caro mesmo. eu chutaria pra mais de cem mil reais. e isso que vai ficar ali durante algumas semanas, pra depois ser jogado fora, literalmente.

pergunto: quem pagou? vale a pena um investimento tão alto, caso seja com dinheiro público? foi devidamente licitado, imagino também, certo? ou está sendo pago, como dizem que foi pago a viagem da imprensa itajaiense pra Europa, com dinheiro privado?

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12 Respostas to “Filho do presidente da Câmara de Vereadores é o responsável pela mega-feira que acontece durante Regata”

  1. Daniel Ramos De Oliveira Says:

    Rômulo Mafra, nem tudo foi com dinheiro público, temos que lembrar que muito dos investimentos ali efetuados foi com dinheiro privado, inclusive (posso está enganado) a organização da feira, e o envelopamento do Centro de Eventos.
    Novamente posso está enganado, mas a Prefeitura Municipal ficou somente com a montagem da Vila da Regata, e como apoio na organização da Jaques Vabre, bem como a parte da alimentação e escolher quem iria fazer parte, ao menos é até neste ponto que eu possuo informação.

    Caro Rômulo, até o momento não vi você fazer nenhum tipo de questão positiva sobre a regata, amigo isso não é evento político ou comício, gostaria de saber se o senhor foi lá e quais foram as suas impressões, sobre este evento que é Mundial, e que trará diversos benefícios a médio e a longo prazo para cidade.Iria ser um destaque a mais ao seu canal de interatividade.Fico interessado em suas impressões do evento em si. É claro que deve-se criticar, como eu mesmo tenho algumas questões a criticar, em pontos bem específicos, mas os acertos são superiores aos erros na minha visão.

    • Rômulo Mafra Says:

      Eu não disse que foi tudo com dinheiro público. Mas, isso aí FOI, e está provado na página da transparência da prefeitura, empenho 5012.
      E, montagem da vila, também PODE envolver aquele envelopamento, mas, esse daí, é só chute meu. O resto, o filho do presidente da Câmara, tá lá na página.
      Sobre a regata, sinceramente, não fui ainda. Não sei se vou conseguir ir pra poder falar algo, só sei uma coisa: a Marejada não existe mais — e misturaram o Festival de Música ali só pra dizer que deu bastante gente e tal, descaracterizando o evento.
      Mas, do todo, como não fui, não posso opinar.

      • Daniel Ramos De Oliveira Says:

        Amigo, o Festival de Música antes simplesmente não exista, isto é um fato, era somente um fato, que ninguém sabia ou ouvia falado, tirando aqueles que tinham parentes ou trabalhavam em alguma área da Prefeitura Municipal e Casa da Cultura, isto é fato, eu nunca fui, porque quando sabia, já tinha passado as principais atrações, e não sou o único, inclusive nunca tinha sabido que o Lenine já havia vindo pro o Festival de Música, você sabia? Eu não. O Festival de Música não tinha personalidade alguma, movimento algum, e muita pouca gente sabia.
        A Marejada, ok, ela foi descaraterizada? Em partes foi, mas ela se tornou uma festa de ITAJAÍ, antes ela fica nas sombras da Oktoberfest de Blumenau, que diga-se é muito, muito, muito mais atrativa do que a antiga Marejada, e foi um acerto sem igual colocar ela em Novembro e junto de um evento mundial.
        Na minha opinião, a Transat Jaques Vabre é um evento importantíssimo pra a cidade, como foi a Volvo Ocean Racer 2012/2013, e será novamente a VOR em 2015, que inclusive Itajaí vai ser sede do Centro de Treinamento da equipe chinesa, isso tudo é investimento para a cidade, a médio e a longo prazo, muitas empresas virão pra a cidade, a gente vai progredir, e iremos sentir a diferença daqui a 10 anos, quando as empresas estarão instaladas, e 100% em funcionamento, como toda a parte do Pré-Sal, isto é investimento amigo.

        Um segundo ponto:
        Caro Rômulo, lhe respeito muito, e acredito que várias vezes lhe demostrei isto, mas as vezes tu só pensa em política, isso na minha visão é ruim, não tô dizendo que não deves cobrar, mas deveria cobrar também do Volnei, que sim fez muito pela a cidade, mas também fez muita coisa errada, olhe os jornais de hoje, e o pedido do MPF, sobre a questão da Licitação da Coletivo Itajaí em 2006, lembra o que aconteceu?

        Abraço Rômulo, vejo que tu têm uma posição e gosto da sua crítica e cobrança, e tá certo mesmo, eu também sou assim, mas sou apartidário, não apoio nenhum dos lados, tenho uma opinião formalizada tanto pelo o Governo Municipal, Estadual e Federal, e todos têm pontos bons e ruins, e a cobrança na minha opinião têm que ser feito sobre todos, independente da ideologia partidária.

        • Rômulo Mafra Says:

          Sobre o Festival de Música, até onde sei, SEMPRE foi um sucesso, pois ele era voltado pra comunidade MUSICAL, e, inclusive, foi na época do governo do PT que ele finalmente saiu do Guarani e foi pras ruas e bairros, com shows nacionais nos bairros periféricos, se não lembras.
          (e eu vi o show do Lenine em Itajaí, acho, em 2002, ainda no Guarani)
          Mas, no fim das contas, faltou tua opinião sobre o problema principal do texto: o filho do presidente da Câmara ganhar, sem licitação, o direito de tocar uma feira dentro de um espaço público, ganhando 15 mil reis pra isso.

          (sobre o rolo da licitação da Coletivo, enfim, hoje não consegui ler o Diarinho, e, mesmo na época, lembro só da licitação em si — agora que era um pedido do povo itajaiense –, lembro também que já saíram algumas matérias indicando que poderia haver algum problema nesta licitação, mas, só sei o que saíram nos jornais, e, se houver algo mesmo, que pague quem deve)

          • Daniel Ramos De Oliveira Says:

            Realmente Rômulo, esse fato que você colocou no post, realmente deve ser levantado e esclarecido este ponto da tal empresa do filho do vereador, se for comprovado, deve-se ser punido. Concordo com você.
            Olha sinceramente, não lembro do Festival de Música ter sido todo este sucesso, realmente na época do Volnei foi a primeira vez que eu ouvi algo sobre ele, mas mesmo assim as informações foram esparsas e muita gente mesmo assim não sabia, cheguei a ver uma única apresentação no São Vicente, e que nem sabia que estava acontecendo, foi uma surpresa pra mim, que por acaso tava passando de bicicleta pelo o local.

          • Rômulo Mafra Says:

            É como disse, o Festival de Música é um festival para músicos (e para quem gosto dos artistas que geralmente são trazidos para tentar popularizar o evento), por isso ele não é tão conhecido aqui, mas é reconhecidamente um dos maiores festivais de música do Brasil (em MPB) dentro da cena musical. Eu conheço porque faço parte da cena musical (canto coral). E a classe musical reclamou muito de terem colocado o festival junto com a regata. Muito mesmo. Mas isso é outra história.

    • Rômulo Mafra Says:

      Daniel, uma compilação de críticas ao Festival feita pelos músicos que participam do grupo sobre o festival no Facebook (e isso tudo, num post só), e aí percebes como foi bom o Festival de Música de Itajaí neste ano:

      “E acabou o pior festival desses 16 anos de história!
      Me desculpem os amigos da organização e os ‘céticos’ que não tem senso crítico ou que participam pela primeira ou segunda vez.
      Enquanto nosso festival for engolido por outro evento ele vai continuar definhando até não existir mais, assim como fizeram com a Marejada.”

      “Dou maior apoio, tenho mesma opinião. A politicagem está acabando com o ferstival, na verdade já acabou,porque pra mim isso não foi o festival de música de Itajaí. Foi só a música vinculada a regata. Parabéns meu caro, por sua batalha!”

      “O Festival merece e precisa ser respeitado como o grande evento que é. Essa atitude pra mim foi o maior e mais descarado descaso com a cultura.”

      “Bom, depois de ver a galera do Monobloco não conseguir terminar de tocar “UMA” única música na roda de choro digo que não há mais volta, vamos guardar somente na lembrança os momentos lindos vividos no festival. (Ver o choro acabar daquela maneira foi a coisa mais feia que já vi, sinto vergonha, amo o tanto o festival e ali vi o nome do festival sendo jogado ao vento…)”

      “Então sente essa, quarta-feira no mercado municipal a policia chegou e ao invés de pedir para parar a musica a 1h o policial já mandou “Para ou vou apreender os instrumentos”…p… falta de respeito. Não precisava ser assim.”

      “O que falta mesmo são pessoas que saibam organizar um festival como este, com conhecimento, planejamento, trabalho em equipe, conhecimento profundo do meio musical e que tenham amor pela boa musica , tanto quanto aqueles que participaram das oficinas ministrando ou como alunos, é amor mesmo por ouvir tanta coisa boa como aconteceu e quanto as falhas são imperdoáveis e ainda vão repercutir muito.”

      “Acreditamos que um coletivo forte e organizado, lutando pelo mesmo objetivo pode reverter essa situação. A cidade e a música merece ter de volta o VERDADEIRO festival de música. A luta pra isso começa agora.”

      “Essa merda foi um tapa na cara de muito artista itajaiense gabaritado… Sacanagem utilizar o festival pra favorecer os próprios amigos assim na cara dura.”

      • Daniel Ramos De Oliveira Says:

        Rômulo considero todas as críticas válidas, o que fizeram com a Giana Cervi, foi realmente imperdoável.
        Mas continuo com a minha posição, de que antes o Festival de Música era pouco divulgado, e muita gente não sabia (além daqueles que tinham amigos ou trabalhavam na Prefeitura ou Casa da Cultura, ou tinha parentes relacionados com este meio, onde a minha crítica se concentra, pra deixar bem claro), acredito que deve-se mudar este cenário, se não colocar em uma festa única, então deve-se ao menos divulgar mais, pra que todo mundo que quiser ir, vá, e não cobrar ingressos absurdos, o bom da Aventuras pelos Mares do Mundo que era tudo gratuito.

  2. João Luiz Demantova Says:

    Boa tarde,

    Ao tomar conhecimento do post publicado no dia 26/12 em seu blog e estupefato com a ignorância do autor em relação à estrutura do evento Aventura pelos Mares do Mundo, venho por intermédio deste, na qualidade de Secretário Executivo do Comitê Organizador do evento, trazer algumas informações relevantes que, espero, possam lhe ajudar em seus comentários futuros.
    O evento Aventura pelos Mares do Mundo, que veio para repaginar a nossa tradicional festa Marejada, tornando-a mais eclética e atrativa ao público, apresenta nesta primeira edição cinco principais atrações: a regata Transat Jacques Vabre; a Expedição Oriente; o Festival de Música de Itajaí; o Festival Gastronômico de Itajaí e a feira World Business Show.
    O modelo econômico adotado no evento é uma parceria entre os poderes públicos estadual e municipal e a iniciativa privada, cuja aplicação dos recursos é administrada pela Associação dos Municípios da Região da Foz do Rio Itajaí – AMFRI e supervisionada pelo Comitê Central Organizador. a prestação de contas é encaminhada para analise dos técnicos da Secretaria de Estado de Turismo, Cultura e Esportes e na sequência encaminhada para aprovação do Tribunal de Contas do Estado.
    O modelo utilizado dá ao evento o caráter privado e, portanto, obriga aos organizadores o cumprimento integral da legislação estadual e municipal pertinente a matéria. A AMFRI vem cumprindo todos os requisitos legais e pagando ao Município de Itajaí, com os recursos aportados pelos parceiros privados do evento, todas as taxas públicas. Dentre elas, o aluguel do espaço para a realização do evento.
    Assim como na Volvo Ocean Race, toda a prestação de contas, tanto dos recursos públicos quanto dos privados, será minimamente detalhada e apresentada à toda a comunidade após o encerramento do evento. Lamentamos sua ausência na prestação de contas da VOR e esperamos que nesta oportunidade o senhor se faça presente para dirimir suas dúvidas e fazer seus questionamentos, evitando assim a perda de seu tempo com comentários desinformados como esses feitos em seu texto.
    É importante ressaltar que o Município de Itajaí não aportou recursos financeiros no evento, responsabilizando-se apenas pela infraestrutura necessária ao mesmo, e que os recursos estaduais foram aportados dentro do sistema SEITEC, cujo projeto foi aprovado pelo Conselho Estadual de Turismo por unanimidade e seguiu rigorosamente os trâmites legais.
    Complementarmente gostaríamos de informar que a atração World Business Show é realizada pela empresa Pathros Negócios, que apresentou a melhor proposta técnica e financeira para a realização da mesma.
    Relativamente à importância do evento para a cidade de Itajaí, posso adiantar que os resultados que estão sendo apurados já superam todas as expectativas dos organizadores. Mais de 140 mil pessoas já estiveram na Vila da Aventura, mais de 60 jornalistas estrangeiros registraram e relataram para o mundo e, principalmente para a Europa, as potencialidades turísticas de nossa região e recebemos mais de 300 visitantes europeus. Enfim, os números finais do evento, a serem apresentados na ocasião da prestação de contas, confirmarão os resultados obtidos.
    Com relação as lonas utilizadas no evento, assim como na Volvo Ocean Race, serão doadas para uma instituição filantrópica encarregada de proceder a reciclagem do material e aplicar os resultados financeiros apurados em seus projetos sociais.
    Para finalizar, manifesto meu repúdio pela forma leviana e covarde com que o assunto foi abordado em seu texto. Levantar suspeições em forma de interrogações é a linguagem típica dos que não tem nada a dizer e é utilizada por covardes que buscam criar factóides sem apresentar evidências, tentando assim, esquivar-se das consequências legais.
    Vejo em suas palavras resquícios de uma cegueira político-partidária que impedem os homens de bem de fazer a distinção entre o que é bom e o que é ruim para o desenvolvimento econômico e social de sua cidade. Tratar deste evento meramente como fato político, como seu texto o faz, é o mesmo que exbulhar do povo de Itajaí o seu orgulho por saber que é sim capaz de realizar exemplarmente eventos de porte internacional como este que se apresenta.

    João Luiz Demantova
    Secretário Executivo do CCO.

    • Rômulo Mafra Says:

      João, primeiro, agradeço sua rápida manifestação, e confesso, se o poder público municipal agisse assim, muitas vezes, vários problemas poderiam ser resolvidos e o público não ficaria no escuro, porém, o governo municipal do prefeito Jandir tem tomado a posição oposta desde o começo, preferindo “deixar quieto”, ou, então, “mete processo” que ele vai ficar com medo. Inclusive é o “modus operandi” do famoso abnegado que deve trabalhar com o senhor.

      Quanto ao convite para a prestação de contas, agradeço, mas declino, pois, geralmente, neste horário estou trabalhando na prefeitura de Itajaí, e não acredito que me deixariam sair do trabalho para tanto, e prefiro ter o acesso como todos deverão ter, através dos meios de comunicação E internet.

      Mas vamos direto ao ponto: se a Pathros apresentou a melhor proposta, como dizes, mas, na página da transparência da prefeitura está como inexigibilidade de licitação, outras apresentaram melhor proposta? os documentos exigidos por LEI para inexigibilidade de licitação estão todos em dia? E este formato diz que SÓ ELE poderia fazer esta feira, estou errado?

      Já o número apresentado, também vi colunistas políticos (que não viajaram as custas sabe-se lá de quem, até agora, para a França) contestando estes dados, já que o número de cervejas vendidas até agora não teria mais do que 60 mil, o que é estranho para um número de visitantes de 140 mil, não?

      Quanto às lonas, que bom que serão doadas! Mas ainda acho interessante saber quanto custaram, e, pessoalmente, se foi pra mais de cem mil reais, apenas pra se doar pruma instituição depois, olha, é quase jogar dinheiro fora, mas, aí é MINHA opinião.

      Sobre a sua manifestação de repúdio, está registrada, e, talvez, por eu não ter viajado pra França como a maioria da imprensa itajaiense, às vezes a gente exagera um pouco na força das palavras, mas, pra quem está de fora, é o que transparece quando se escolhe SEM LICITAÇÃO o filho do presidente do legislativo itajaiense, e outra, o DINHEIRO É PÚBLICO, principalmente neste caso, pois foi pago pela PREFEITURA, portanto, com O MEU DINHEIRO, com o dinheiro do povo itajaiense, e cobrar respostas a algo tão estranho, é mais do que nosso dever.

  3. André Says:

    Seria interessante saber, quanto o Porto está pagando para manter seu Stand na feira. Especialmente por se tratar de um espaço público.

  4. Percy Santos Says:

    Somente uma palavra descreve tudo isso: VERGONHA! O que podesse esperar de um governo municipal deste? Nada além do que vemos!

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