Uma pequena análise sobre o ano eleitoral que se ‘aprochega’

minha última coluna do ano para o jornal Sem Censura aqui de Itajaí, e, com ela, provavelmente me despeço dos meus leitores neste 2013, enquanto o blogue entre em suas merecidas férias. boas festas e, principalmente, tomem cuidado nas estradas e ruas, não soltem fogos de artifícios, evitem se embebedar muito, enfim, sem exageros, ou, se for exagerar, tenha certeza que não vai dirigir ou se expor e expor outras pessoas ao perigo. 😉

E que venha 2014!

E lá se foi 2013. Um ano “neutro” na corrida política eleitoral nossa bianual, na verdade, um interstício entre a eleição municipal e as estaduais/federais que se avizinham. Mas, nem por ser neutro, não houve as devidas (e indevidas) movimentações típicas deste ano não-eleitoral, e muitos já fazem suas apostas nos bastidores da política, pois, sabendo de ante-mão que a eleição, principalmente para a Assembleia Estadual diz muito da eleição municipal seguinte, o falatório já está forte (na verdade, já desde o começo do ano), e alguns “apostadores” dizem que corremos um risco muito sério de em 2014 não elegermos um deputado estadual. Aliás, interessante que sendo Itajaí uma cidade com mais de 100 mil eleitores, nem sequer pensa em eleger um deputado federal; eleição após eleição, temos colocado em Brasília deputados que não têm seu domicílio eleitoral em Itajaí. Porém, como voltamos a ter 21 vereadores, quem sabe destes alguns se candidatem ao Congresso Nacional e os itajaienses voltem a depositar sua confiança eleitoral num candidato domiciliado na cidade.

assembleia itajaiMas, voltemos à Florianópolis e a vaga importante para a Assembleia do nosso estado. Falando sobre não elegermos nenhum deputado (no momento, temos Volnei Morastoni, do PT), para isso ter grandes chances de acontecer, teríamos de ter uma grande cisão dentro do governo Jandir Bellini, já que corre solta a informação lá de dentro das hostes governistas que só terão um candidato para deputado estadual, o que deixou muita gente lá de dentro com a pulga na orelha. E a pulga ficou maior ainda quando saiu a notícia de que o candidato seria escolhido entre os que estivessem melhor colocado em pesquisa encomendada. Uma pausa rápida: falando em pesquisa, dizem os boatos de dentro do governo que numa pesquisa encomendada semanas atrás, teria dado Deodato e Níkolas na ponta (ou, pelo menos, em primeiro dos da oposição). Fim da pausa. Só que desde que esta informação de que os governistas escolheriam mediante pesquisa, o único e provável nome ventilado é o da vice-prefeita (e agora, novamente, secretária da Saúde) Dalva Rhenius (PSB), e foi aí que a pulga atrás da orelha cresceu e muito, pois, alguns chegam a cogitar que esta história de pesquisa é furada e que Jandir (e seu “gabinete pessoal” – ou seja, Gazaniga e Bornhausens) já teria decidido quem seria o “candidato oficial do governo”, esquecendo de combinar com o restante da montoeira de partidos (e pretensos candidatos). Principalmente os pretensos candidatos, que também podem sair da nossa Câmara de Vereadores. Muitos já ensaiaram suas pré-candidaturas, inclusive, usando-a como moeda de troca em discussões entre governo-Câmara (ah sim, eles não eram para legislar para o povo que os elegeu???), e o governo tem tido certo jogo de cintura, pelo menos, até agora. O problema é a partir de agora. Quando voltar do (absurdamente longo) recesso, a Câmara deve fervilhar ainda mais, e se o ano de 2013 foi recheado de cenas lamentáveis vindas de lá, possivelmente 2014 pode surpreender (negativamente) ainda mais. É quase o tal “quem viver, verá”. E poderá ver, como disse no começo, o esfacelamento do “Titanic governista”, ou, pelo menos, um racha que irá ecoar nas eleições de 2016, e, talvez, isto acabe influenciando até mais do que a eleição (ou não eleição) de um deputado estadual por Itajaí. E essa que ouvi hoje, mostra o quão pode ser interessante o ano de 2016, de que o PMDB poderia vir com chapa pura!!! Seria uma novidade, pelo menos, nos últimos anos, na cidade, um partido do tamanho do PMDB vir com chapa pura, mas, como disse, tudo poderá acontecer, dependendo de como se comportar o governo Bellini neste 2014 que está às portas.

E até o ano que vem!

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2 Respostas to “Uma pequena análise sobre o ano eleitoral que se ‘aprochega’”

  1. Evandro Neiva Says:

    Aonde será que foi feita essa pesquisa que o Nikolas aparece ??? Será que foi só a IDELI que disse ??? hahahahahhahahahahahhahahahahahha

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