Em 30 dias teremos o prefeito de Itajaí a partir de 2017

eleicoesIsso mesmo. Daqui pouco mais de trinta dias saberemos quem será o próximo prefeito de Itajaí entre 2017 e 2020. Claro que ele não estará eleito, mas, teremos, como sempre tivemos, os dois com mais chances escolhidos por seus partidos e, logo em seguida, dentro de suas coligações. No começo de julho os partidos deverão estar com seus candidatos a prefeito e vice definidos, bem como as coligações.

E já aponto aqui o vencedor do pleito: aquele que tiver a maior coligação, com mais partidos, deverá ser o eleito em outubro. É estranho falar isso? É, eu também penso assim. Não deveríamos eleger um prefeito com este argumento, não é mesmo? Mas é exatamente assim que será. Elegeremos o prefeito com os maiores partidos em sua coligação. É praticamente um fato. Pelo menos, na lógica do eleitorado itajaiense; e diria que não teremos opção, inclusive. Por isso a luta é grande nos bastidores da política local essa busca por uma boa coligação. O velho governo de coalizão, que só há pouco tempo começou a ser chamado assim: um governo com vários partidos, e que perde parte de suas qualidades ideológicas pra força (através do número de legisladores governistas) que acaba ganhando principalmente no legislativo, ao qual todos os governos ficam sujeitos. Como falei semanas atrás, um Executivo sem um Legislativo, fica refém e pode acabar sendo derrubado do poder, como aconteceu em Brasília no golpe branco que tirou (ainda que momentaneamente) Dilma Rousseff da presidência.

Mas, voltando a nossa Itajaí, estes próximos trinta dias serão quentíssimos e definirão, provavelmente, o nosso próximo prefeito nos quatro anos seguinte. A não ser, é claro, que aconteça o que é quase impossível, e tenhamos, três ou quatro candidaturas fortes pra prefeitura, o que acho muito difícil diante do que tem acontecido nas últimas eleições majoritárias em Itajaí. No páreo — pras cabeças de chapa—, na minha visão, temos Décio Lima (PT), Deodato Casas (PSDB), Volnei Morastoni (PMDB), Dalva Rhenius (PSB) entre os candidatos fortes. Todos estes estão atrás de um bom candidato a vice, que traga além da força de um número expressivo de candidatos a vereador, sem rejeição entre os eleitores (sem contar o tempo de televisão na campanha, fator importante também). Por enquanto, ninguém ainda tem vice definido. Todos em franca conversas e logo saberemos quem serão os candidatos e coligações que serão eleitas em 4 de outubro. Talvez destes nomes, um ou outro se coligue entre eles. Talvez se coligue com outro. (lembrando que como vinha colocando no Facebook, Paulinho Figueirense teria abandonado as hostes governistas e não será candidato)

da minha coluna no Sem Censura

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