A Política do ódio

gilmar

Que conveniente, hein????

A nota do PT demonstrando o que aconteceu no Encontro Municipal do Partido dos Trabalhadores ontem causou furor na política municipal. E trouxe algumas opiniões a baila, principalmente dos que se sentiram diretamente atingidos por ela, a constar, o PSDB — que quer que o PT saia sozinho, isolado, pois tiraria votos do neo-peemedebista Volnei Morastoni (que o colunista do PSDB insiste em chamar de Volnei José, sabe-se lá por quais motivos).

E o ódio veio mais de lá, do que do acusado de ser “raivinha” na política municipal, inclusive por estes que espalham a raiva na política pelas coisas não estarem correndo como queriam. Agora, estes mesmos, chamam o PP de partido da Canhanduba e conseguem se esquecer de um ex-deputado estadual e secretário do próprio partido (PSDB) esteve há alguns dias como hóspede na mesma Canhanduba — só lembrando que nenhum petista aqui da nossa região esteve preso por algum ato de corrupção. 
E nos cobram por ESTAR CONVERSANDO com o PP!
Nos querem isolados.
E não estão gostando nem um pouco de sairmos do isolamento.
Porém, há pouquíssimo tempo, os mesmos que agora nos criticam e chamam o PP de partido da canhanduba, no acusavam de ser o “partido do petrolão”, partido de criminosos e afins.
Eles preferem a política do ódio. Da pecha. Das generalizações, mas, só quando lhes convém. E agora convém a eles nos lembrar que devemos “nos manter puros”, de não nos misturarmos com o “partido da Canhanduba”.
Olha, eu trabalho na prefeitura há mais de nove anos, e muito desse tempo, foi com pessoas de todos os partidos que fazem parte do governo atual. Inclusive do PP. E tenho absoluta certeza que não dá pra chamá-los de “partido da canhanduba”, assim como não chamo os tucanos de “partido dos cheiradores”, ou seja lá que idiotice gostem de generalizar. E só pra lembrar, muitos que eram do PMDB, com quem trabalhei, sempre foram contra o Golpe, por exemplo. E daí? Daí que cada realidade é uma realidade, as conjunturas são diferentes. Só não mudam os que preferem a cultura do ódio, das generalizações.
Fui e sou um dos maiores críticos deste governo. E continuarei sendo. Não defenderei coligação com o PP, pelo contrário. Mas o fato óbvio é que na política ou se conversa, ou o partido está tão bem assim que não precisa conversar com ninguém. É claro que o PT de Itajaí, com um vereador, e com toda a conjuntura nacional, está isolado. Mas não tanto quanto querem alguns.
E aí saem mandando petardos, querendo que voltemos a nossa “insignificância”, que cumpramos o papel que eles querem que cumpramos, para seus fins eleitorais. Na minha visão, normal. Porém, estão arrotando algo que nem possuem, pra ver se parte do eleitorado cai na deles.
Azar o deles. Nós não estamos tão isolados quanto eles querem. Estamos e vamos conversar SIM. Estamos no jogo, ao contrário do que muitos queriam.😉

Uma resposta to “A Política do ódio”

  1. FELIPE SPARRENBERGER Says:

    Desculpe vc esta equivocado, seus motivos sao absolutamente fisiologicos para justificar isto, projeto de coligacoes, ganhar mais tempo, ter uma legenda viavel, colaborrando entusiasticamente pela despolitizacao da politica brasileira. E depois vc destila preconceito puro, ao contribuir de maneira autoritario atacando as pessoas com cocainismo, para justificar a alianca municipal de um partido que tem este telhado de vidro que sao os seus imumeros problemas criminais. Vcs agem de maneira contraria aos ideaia de emancipacao dos seres

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