Archive for the ‘Do leitor’ Category

“Para não dizer que não falei das flores…”

dezembro 13, 2013

artigo da vereadora Anna Carolina (PRB), sobre suas propostas de emendas ao orçamento da cidade, e, também, sobre os 4,5 milhões de reais que serão gastos com as flores plantadas em algumas ruas da cidade (principalmente no Centro):

4 milhoes flores itajaiNão consigo parar de pensar que, infelizmente, vivemos numa terra maquiada. Rica, de economia pujante… Mas maquiada. A Câmara de Vereadores aprovou o orçamento do Município para o ano que vem: ultrapassa R$ 1 bilhão. Que maravilha! Como reclamar disto?

As críticas não são às cifras. São à forma como a administração municipal pretende aplicar os recursos. Propus emendas, todas rejeitadas pela bancada governista, que é maioria esmagadora no Legislativo de Itajaí. Queria que o prefeito destinasse mais verba à construção do Conservatório de Música, para prevenção de maus-tratos aos animais, para o sistema cicloviário, para apoio aos agricultores, para novas creches… Mas não deixaram que estas propostas fossem adiante. Disseram “não” a todas elas.

Preferiram manter o orçamento enviado pelo Poder Executivo que destina quase R$ 7 milhões para os gabinetes do prefeito e da vice-prefeita; que destina quase R$ 2 milhões para a revitalização do Parque do Agricultor e Festa do Colono… Querem “alimentar” o povo com o circo. Mas esqueceram de que o povo já acordou. Não queremos apenas festa para gringo ver, queremos mais vagas nas creches, queremos o fim das filas na Saúde, queremos respeito aos nossos itajaienses.

Preferiram manter o orçamento enviado pelo Poder Executivo que destina mais de R$ 7 milhões para a Secretaria de Comunicação, sendo R$ 6 milhões para pagar publicidade. Ao invés de se preocuparem em melhorar a qualidade de vida dos munícipes, se preocupam em mostrar uma qualidade de vida que não existe. Como? Pagando anúncios publicitários que mostram uma cidade daquelas para ilustrar calendário… Mas que quem vive nela sabe que não existe.

Preferiram manter o orçamento enviado pelo Poder Executivo que destina R$ 4,5 milhões para o programa Cidade Florida. O povo já tem tudo que precisa, pelo jeito. Então a administração municipal pode “queimar” o dinheiro que está sobrando para pagar por flores nos canteiros. Quanta maquiagem. Quanta hipocrisia! E seguimos caminhando – sem cantar, mas seguindo a canção.

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“Ta na hora de mudar essa sociedade…”

dezembro 12, 2013

por Moacir Kienast:

August LandmesserPra começar quero esclarecer de uma vez por todas: não defendo impunidade, tampouco sou a lei para julgar. Mas não me rendo ao discurso fácil e não quero sangue para me satisfazer. O debate, comigo, é mais amplo.

Fui julgado, condenado e sentenciado pela ideologia que escolhi. Por acreditar na política. Por fazer política. Se sou culpado por fazer uma escolha saiba que pelo menos tenho uma. E que estou fazendo a minha parte. 
Em um momento que as instituições nacionais estão em xeque devido sua credibilidade, principalmente pela influência sofrida por seus comandantes não podemos ficar calados. Temos que tocar na ferida. Chegou a hora de amadurecer a sociedade e a democracia brasileira, chegou a hora de não termos mais medo, tampouco preconceito para lidar com situações de tal proporção.
Se você continua achando que ideologia não existe mais, você está enganado. A guerra ideológica continua aí, dia após dia, mais acirrada, maquiada em ações que podem confundir quem não observa nas entrelinhas dos acontecimentos, ou quem não conhece os bastidores.
As manifestações de junho poderiam ter sido aproveitadas em um período para discutir a sociedade. Para aumentar a participação popular. Porém, o que vemos hoje é a continuação de um sistema precário e viciado, o sistema político. Não houve uma reforma que pudesse mudar a cara do Brasil, tampouco sua maneira de ser gerido.
Sofremos e ralamos com as migalhas que a elite dominante insiste em manter sob seu controle, e a guerra ideológica que você insiste em dizer que não existe somente aumenta esse abismo.
Nossas instituições estão em cheque. Judiciário, legislativo, executivo. Sistema de comunicações, futebol, gestão de eventos, crescimento econômico, o país.
Enquanto o gigante acorda, ou adormece, percebemos que estamos em outro patamar frente a distribuição mundial de forças e organização econômica. Porém ainda nos negamos a discutir o que os países dito “desenvolvidos” já discutiram, pois permanecemos presos a velhos preconceitos e costumes que ultrapassa gerações desde o Brasil colonial.
E se você acha que não interfere com suas atitudes, pense no que tem feito para o próximo? Qual a semente que você está deixando para nós, sociedade? Será que pregamos ainda a semente do racismo, do preconceito velado? Nós acreditamos ainda em um meio de comunicação que por mais de cinquenta anos serviu a ditadores e ao dominador estrangeiro que explora nosso povo, influenciando gerações que poderiam aumentar seu caráter perceptivo através do conhecimento, porém só sabe ter discernimento naquilo que lhes é entregue no jornal das oito? Ou nos “bons” costumes e “moral” das novelas? Em que patamar estaríamos se houvesse uma sociedade com maior conteúdo intelectual, que discutisse com voz ativa?
A internet abriu os horizontes do brasileiro. Deu acesso a informações nunca antes imagináveis, trazendo a oportunidade de evoluirmos como sociedade de uma maneira mais ampla e democrática. Porém o que vejo é um festival de rótulos, acusações e discussões sem fim do mesmo teor.
Lembre-se. Para todo político corrupto há um empresário corruptor, há um cidadão que tira proveito da situação e uma sociedade que sofre pelo complexo de narciso.
E pra falar em mensalão, nunca antes se viu político preso no Brasil. Ou preso político. Os episódios dos últimos dias colocam em cheque uma discussão que está tentando entrar em pauta a mais de uma década, a reforma do judiciário. Sempre ouvimos que a lei só serve para quem tem dinheiro. Vemos falhas em processos e influências diretas de corruptores em sentenças em todo o país, e parece que o assunto não quer ser debatido. Todos esses erros levantam a credibilidade do processo. E repito, não estou aqui para defender quem tem culpa, tampouco para acusar. Estou aqui para levantar um questionamento mais amplo para a sociedade.
Iniciamos um processo sem volta de caça aos corruptos, corruptores e aos males da sociedade. Por uma instituição que está em cheque. E ela só vai provar sua plenitude se seguir a risca o peso de seu martelo, acertando em todos os lados, sem distinção de partido ou preferência ideológica. Temos que ter pulso firme contra a corrupção, em todas as esferas. Sempre.
Esperem de mim algo mais. Esperem de mim não ter medo de discutir qualquer tema, mesmo achando que a minha opinião pouco importa. Agora não me peça para entrar no senso comum e seguir a cartilha do que a maioria dita, pois político que age conforme o vento tem um monte por aí. Se parti para esse caminho, sabia que não ia ser fácil, tampouco me propus a ser mais um. Portanto, rótulos não devem ser colocados para aqueles que não desejam ser rotulados. Um pouco mais fora da curva, se assim for necessário enquadrar.
Defendo a democracia e as leis. E uma discussão mais ampla e mais profunda sobre nosso país e nossa cidade.
Ta na hora de mudar essa sociedade….
*Artigo publicado no Jornal Sem Censura
Foto: Um grande momento eternizado por um fotógrafo,  uma foto que tirou uma pessoa do anonimato, lhe deu um nome e o mundo conheceu sua história. Trata-se de  August Landmesser (1910 – 1944), um trabalhador do estaleiro Blohm + Voss em Hamburgo. Ele aparece na fotografia desprezando a saudação nazista no lançamento de um navio de treinamento militar em 13 de Junho de 1936. Um ato de muita coragem !  Ele pertenceu ao Partido Nazista de 1931 a 1935, mas após se casar com uma judia e se tornar pai, foi condenado por ter “desonrado a raça” segundo as leis nazistas e tornou-se opositor do regime de Hitler. Em Fevereiro de 1944 foi preso e pouco depois declarado “desaparecido” … Fonte: Jornal GGN

Morro é devastado no bairro Fazenda

agosto 16, 2013

a dúvida é: legalmente ou não? pelo tamanho da derrubada de morro e árvores que estão fazendo ali, ACREDITO que seja com os devidos alvarás. mas, mesmo sendo legal, sinceramente, é de ficar triste vendo as fotos — enviadas por leitor — de antes (as primeiras fotos) e o que está ali agora. dizem que sairá um condomínio chique na região…
se alguém souber quem é a empresa e tenha o contato dela, ou a mesma queira se manifestar, o espaço está aberto.

Vista antiga do Google Mapas

Vista antiga do Google Mapas

Vista do Google StreetView de onde foram tiradas as fotos recentes que estão mais abaixo

Vista do Google StreetView de onde foram tiradas as fotos recentes que estão mais abaixo

Com zoom

Com zoom

Agora, como está ficando a área

Agora, como está ficando a área

Esta é uma das entradas

Esta é uma das entradas

Escavadeiras no local

Escavadeiras no local

Agora compare o local com as fotos do StreetView mais acima...

Agora compare o local com as fotos do StreetView mais acima…

O movimento de caminhões tem incomodado bastante alguns vizinhos

O movimento de caminhões tem incomodado bastante alguns vizinhos

Foz do Itajaí: Mobilidade e Transporte Integrado

agosto 6, 2013

por Felipe Damo:

diferenca vlt metroHá algumas semanas fiz uma provocação aos mandatos dos vereadores Giovani Félix, Thiago Morastoni e Marisa Zanoni a respeito da integração do transporte coletivo entre Itajaí, Balneário Camboriú e Camboriú. Recebi respostas positivas e em breve definiremos a criação de um grupo de trabalho que construa propostas de políticas públicas referentes a este tema nas respectivas Câmaras Municipais.

Pensar a mobilidade de maneira regional significa buscar alternativas aos rios e morros que embelezam nosso relevo, mas que também se tornam obstáculos naturais para o trânsito de pessoas e de mercadorias. Significa ainda encarar de forma corajosa as debilidades de nosso transporte coletivo e propor saídas para os monopólios locais das empresas de ônibus, fazendo com que elas possam competir entre si, trazendo mais qualidade, mais linhas e melhor preço ao serviço. Porque precisamos de um transporte coletivo integrado entre as cidades, com terminais de uso conjunto e bilhete único.

VLT ITAJAIMas além destas medidas, que são óbvias e cabíveis ao nosso tempo, é necessário planejar o futuro da mobilidade na região, investindo na ampliação e integração da malha cicloviária, criando corredores específicos para ônibus e taxis, implantando cinturões de estacionamento nos limites e nos centros das cidades e construindo pontos de embarque e desembarque para o transporte solidário.

Precisamos avançar, mesmo que de forma preliminar, na discussão de um sistema de metrô ou VLT entre nossas cidades e suas periferias. Podemos seguir o exemplo chileno de Valparaíso e Viña del Mar – similar demograficamente e geograficamente à nossa realidade – ou de muitas outras concentrações urbanas com menos de 500 mil habitantes que já avançam a passos largos na implantação deste modelo. Pode parecer loucura pensar nesse tipo de transporte em nossas cidades neste momento, mas em breve será loucura desconsiderar esses modais.

Para uma região que aspira ser uma metrópole, estamos muito atrasados na discussão da mobilidade e transporte integrado entre nossos principais municípios. Com exceção do túnel do Ariribá que, ao que parece, virou uma peça de retórica no Plano Plurianual de Itajaí, muito pouco tem sido feito ou pensado neste sentido. Soluções inovadoras e ousadas para os problemas de mobilidade da região são cada vez mais urgentes, sob pena de começarmos a nos transformar em uma metrópole apenas a partir de nossos problemas.

Nossa região está em pleno desenvolvimento e, a considerar a era de ouro que o Brasil viverá nos próximos anos, este crescimento se aprofundará ainda mais. Precisamos pensar mobilidade e transporte com os olhos de uma sociedade desenvolvida, com um olhar para o amanhã, à altura do Brasil e dos novos desafios que nosso país nos impõe cotidianamente. Um desenvolvimento local socialmente justo passa por este debate.

Itajaí já tá pagando a conta da super-coligação de Jandir

dezembro 14, 2012

povo de Itajaí, esta oneração que vocês vão receber a partir do ano que vem, é pra pagar a conta destes 15 partidos da coligação vencedora“, vereador Níkolas Reis na tribuna da Câmara, ontem

a taxa do lixo retornou, vem aí a taxa de esgoto, aumento da passagem da Coletivo e ontem a Câmara aprovou o aumento significativo do IPTU (Níkolas Reis e Marcelo Werner votaram contra, Douglas Cristino faltou e o resto todo — quase todos reeleitos pelo povo — votou a favor). dela, através de emenda aprovada no orçamento, TRÊS MILHÕES serão destinados em subvenção para entidades da sociedade civil, excetuando-se  os convênios, que são outros tantos milhões. o Herbário, no entanto, deverá ser demolido por falta de apoio público, e o novo plano diretor, que será aprovado em segunda votação no dia 31 de dezembro (????), em sessão extraordinária, é muito mais permissivo do que aquele que foi considerado ilegal.
feliz 2013, pra quem fica.

ah, enquanto isso, jogado na rua, deitado ao relento, passando frio… faz algum tempo, está o desamparado cidadão, que nem disso talvez mereça ser chamado pelo poder público…

a foto (já com as frases) foi enviado por um leitor:

natal itajai social

Em Itajaí, radar móvel pode ficar sem agente…

junho 29, 2012

[tweetmeme source=”romulomafra” only_single=false]ou não pode?

mas só em Itajaí. recebi por e-mail isto aí. olhem o que dizem sobre:

Em recente decisão, a egrégia 2ª Turma do STJ, ao proferir julgado nos autos do Recurso Especial nº 759.759-DF, de lavra do Relator Ministro Humberto Martins, assentou entendimento no sentido de que “os
equipamentos eletrônicos, comumente chamados de ‘pardais eletrônicos’, são utilizados para se registrar a ocorrência da infração de trânsito, sendo certo que o auto de infração deve ser lavrado pelo agente de trânsito competente, devidamente identificado, conforme disposição dos §§ 2º e 4º do art. 280 da Lei n. 9.503/97 (Código Brasileiro de Trânsito) e, fazendo remissão a outro julgado assentado naquela Corte, que “é descabido exigir-se a presença do agente para lavrar o auto de infração no local e momento em que ocorreu a infração, pois o § 2º do CTB admite como meio para comprovar a ocorrência ‘aparelho eletrônico ou por equipamento audiovisual (…) previamente regulamentado pelo CONTRAN” (REsp 712.312/DF, Rel. Min. Castro Meira, julgado em 18.8.2005, DJ 21.3.2006, p. 113).

Que grande ideia, não?

março 28, 2012

[tweetmeme source=”romulomafra” only_single=false]sério, de quem foi a excelente ideia de, num calçadão como a Hercílio Luz, colocarem obstáculos físicos como estes abaixos, atrapalhando completamente o fluxo de pedestres, sem contar o transtorno pros cegos que ali passam???
foi ou não uma grande ideia, hein? estes dias até estranhei quando passei por ali, mas acabei esquecendo do assunto e, hoje, volto a ele já que um leitor mandou as duas fotos abaixo.
será que pesquisaram no Google, como alguns sabichões do trânsito da Codetran?
não duvido, não duvido…

Uma interpretação (em Itajaí) sobre a Ficha Limpa

fevereiro 27, 2012

[tweetmeme source=”romulomafra” only_single=false]recebi por e-mail (sem nome):

Sobre a Ficha Limpa! 

O que alguns advogados não estão entendendo sobre a lei da ficha limpa é que ela não é uma lei que veio substuir outra ou quem tem a função de absolver ou condenar alguém. Ninguém vai ser condenado pela lei da ficha limpa. A lei da ficha limpa é uma regra que impede de ser candidato quem já foi condenado e não recorreu dessa condenação (caso do Jandir) ou quem foi condenado por algum colegiado (leia-se tribunal onde a decisão ocorre pelo voto de mais que um juiz) fica impedido de participar de eleições por 10 anos.

É a mesma coisa, por exemplo, da participação em concursos. Se vc for se inscrever para participar de um concurso para um cargo para o qual se exige curso superior e vc não tem esse curso, a tua inscrição é cancelada e você não é aceito para participar do mesmo.

A lei da ficha limpa é isso: ela não condena ninguém, ela impede que políticos que tenham sido condenados possam participar de eleições e ponto final. Não tem discussão jurídica. O STF disse que é constitucional e acabou. Diz tb que tá valendo para a eleição de 2012. Não tem discussão jurídica. É regra: tem condenação, fica impedido de participar da mesma forma que jogador expulsa em uma partida tem que ficar de fora do próximo jogo, não interessa a razão da expulsão, se o juiz estava certo ou não. Isso tudo é relativo, não interessa.

O Jandir foi condenado por improbidade administrativa. Por erro do Juiz, não foi afastado. Mas isso não interessa porque  a lei da ficha não vai discutir se foi justo ou não errado ou não. Interessa o fato: foi condenado e não recorreu. Isso significa transitou em julgado, ou melhor, reconheceu o erro e aceitou a condenação. Aí não tem mais o que fazer a não ser aceitar o fato de estar impedido de participar das próximas “partidas” que, no caso, são eleições.

Hoje Giovanni Sagaz interpreta Ernesto Nazareth em Itajaí

novembro 11, 2011

da assessoria do músico:

Sexta-feira, 11, o Teatro Municipal de Itajaí recebe o pianista Giovanni Sagaz, para interpretar composições de Ernesto Nazareth. O show inicia às 20h. Os ingressos podem ser adquiridos na bilheteria do Teatro por R$10 (inteira) e R$5 (meia). Na noite da apresentação haverá uma exposição fotográfica no hall do Teatro, que faz referência ao show.

Junto ao piano de Sagaz, Eduardo Moore na percussão, Sérgio Spezim no violão de sete cordas e Susi Britto no vocal, os músicos homenageiam o pai do choro, como também é lembrado Ernesto Nazareth.

Nesta noite musical, o público poderá desfrutar de um recorte da música brasileira instrumental. E também algumas canções interpretadas pela cantora Susi Britto.

Giovanni Sagaz atua como pianista, tecladista, arranjador e compositor há 12 anos. É professor de Piano do Conservatório de Música Popular de Itajaí e acadêmico de Licenciatura em Música do Curso de Música da Universidade do Vale do Itajaí (Univali). O músico integra as bandas “Sagaz Trio” e “Grupo Instrumental da Univali”.

Exposição fotográfica reúne pianistas do século passado
Durante a pesquisa para escolha do repertório o pianista deparou-se com algumas fotos e curiosidades, que foram selecionadas e já estão expostas no Hall do Teatro Municipal de Itajaí.

A intenção é aproximar o público do pianista e compositor Ernesto Nazareth, seja através de notas musicais ou imagens e ilustrações. Na exposição, outros compositores também são reverenciados, como Chiquinha Gonzaga e Villa Lobos. Segundo Giovanni Sagaz, ao estudar o contexto histórico em que as músicas foram compostas, é inevitável deixar estes artistas de fora.

Mais informações: www.giovannisagaz.wordpress.com

Uma análise de um leitor sobre a “guerra fria” na política itajaiense

outubro 6, 2011

[tweetmeme source=”romulomafra” only_single=false]como o leitor pediu, não o identificarei, mas uma análise interessantíssima, e que bate com algumas coisas que tenho dito aqui no blog:

Tá cada vez mais claro qual é o cerne da questão. Agora escancarou.
O Jandir não pode ser candidato.
O Pissetti se indispôs com a tchurma.
Gern e Dalva estão em luta feroz para ser o candidato oficial na eleição.
Pissetti sabe que com o Jandir fora fica tudo japonês e ele tem chance com o Denísio mesmo que em chapa pura.
Dalva e Gern escancararam a batalha. Disputaram o PDT pra se fortalecer na disputa interna. O PDT foi uma espécie de carniça disputada por dois cachorros grandes.
Gern levou o PDT do Marcelo que não tem voto.
Dalva, sorrateiramente, levou o Maurilio que é quem tem os votos do PDT. Só ele tem votos naquele partido e uma cadeira na Câmara.
O PDT já não serve mais ao governo. O governo queria o voto do Maurilio na Câmara e os votos do Maurilio nas urnas. Já tem, sem o PDT.
O governo queria uma só pessoa do PDT para atuar no governo, a Hildinha, não levou porque a Hilda é Maurilio, não é PDT. Em resumo: o PDT é descartável feito copo plástico.
E, aparentemente, a Dalva passou a perna no Gern e sai na frente na disputa da cabeça da chapa oficial para 2012.